Gestão

Ensaios sobre comando, operação, processo e o custo real da má gestão.

Sequoia está certa. E ainda assim, insuficienteO erro não está na execução. Está na decisão
A próxima vantagem será memória operacional proprietáriaUma leitura fria sobre a comoditização parcial de modelos gerais: Contexto será diferencial.
A empresa resiliente será menos eficiente no Excel e mais viva no mundo realUma leitura fria sobre o retorno da discussão sobre resiliência: Redundância inteligente voltaria a ser virtude.
Empresas estão automatizando antes de entender seus próprios processosUma leitura fria sobre a pressa corporativa por automação: Erro automatizado escala melhor que acerto manual.
Quem captura produtividade e quem só paga a contaUma leitura fria sobre a cobrança por ROI em IA nas empresas: IA separaria operadores de consumidores de software.
Founder Mode não é um estilo de gestão. É a recusa de se tornar irrelevante.Há um ensaio que distingue o modo fundador do modo gestor. Mas founder mode não é um estilo que se escolhe; é a recusa de delegar a si mesmo até a irrelevância. O fundador que delega tudo e fica só no alto-nível vira uma figura decorativa que não conhece a própria empresa. Founder mode é recusar essa irrelevância.
Decisões de gestão têm retornos superlineares. Os erros também.Há um ensaio que mostra que os retornos no mundo são superlineares, não lineares — eles compõem e disparam. Aplicado à gestão, isso significa que boas decisões compõem superlinearmente: uma boa decisão habilita outras. Mas o mesmo vale para os erros: um erro compõe outros. A superlinearidade corta nos dois sentidos.
A greve de Hollywood é sobre propriedade do trabalho cognitivoUma leitura fria sobre a greve de roteiristas e atores: IA reabriria contratos sociais de produção.
A empresa vai precisar de memória operacionalUma leitura fria sobre a limitação de modelos genéricos sem contexto: IA sem contexto vira consultor genérico.
2023 será o ano da produtividade prometida e da governança esquecidaUma leitura fria sobre o fechamento de 2022 sob IA e juros altos: IA traria eficiência e risco operacional.
A Grande Renúncia mostra que trabalho virou negociação de poderUma leitura fria sobre a Grande Renúncia nos Estados Unidos: Escassez de mão de obra muda cultura corporativa.
Evergrande pergunta se crescimento imobiliário era sistema ou vícioUma leitura fria sobre a crise da Evergrande: Dívida sustentava aparência de prosperidade.
Supply chain virou assunto de conselho. Tarde demaisUma leitura fria sobre os gargalos globais de supply chain: Logística deixou de ser bastidor.
O trabalho híbrido é crise de coordenação, não de escritórioUma leitura fria sobre a reabertura parcial pós-pandemia: Empresas confundiriam presença com desenho operacional.
Vacina em tempo recorde mostra o poder de plataformas científicasUma leitura fria sobre os anúncios de vacinas contra COVID-19: Biotecnologia entrou na era da velocidade.
Quando a empresa vira um algoritmo, o julgamento humano vira ruído.Quando a empresa se otimiza por algoritmo, ela torna tudo legível ao algoritmo — mensurável, modelável. E o julgamento humano, que é ilegível ao algoritmo, passa a ser tratado como ruído a eliminar. Mas é justamente esse julgamento que captura o que a métrica não vê.
Toda empresa é uma máquina de seleção. E ela sempre seleciona conformismo.Há um mapa que separa os obedientes dos independentes e os convencionais dos não convencionais. Toda empresa, pelos seus processos de seleção, recompensa o conformismo — porque o conformismo é legível e seguro — e seleciona contra o independente. E sem o independente, ninguém vê o que o consenso não vê.
A empresa sem caixa descobriu que crescimento não paga folhaUma leitura fria sobre a paralisação econômica de abril de 2020: Liquidez voltou ao centro.
2020 será o ano da continuidade operacional. Poucos estão prontosUma leitura fria sobre o fechamento de 2019 antes da pandemia: Empresas precisariam operar sob interrupção.
A empresa global agora precisa de mapa de risco regulatórioUma leitura fria sobre a fragmentação regulatória digital: Crescer em vários países exigiria obedecer a vários regimes.
Cambridge Analytica mostra que dados pessoais viraram arma operacionalUma leitura fria sobre o escândalo Cambridge Analytica: Marketing e manipulação ficaram próximos demais.
MeToo mostra que cultura corporativa é passivo jurídicoUma leitura fria sobre o movimento MeToo: Comportamento interno vira risco externo.
O CEO celebridade está substituindo o CEO operador. Péssimo sinalUma leitura fria sobre a cultura de fundadores celebridade: Carisma pode ocultar execução fraca.
AlphaGo mostra que julgamento humano será desafiado primeiro em jogos, depois em empresasUma leitura fria sobre a vitória do AlphaGo: IA entraria primeiro em domínios fechados e depois na gestão.
Square mostra que pagamento vira sensor operacionalUma leitura fria sobre o IPO da Square: Pagamento viraria dado, crédito e gestão.
Volkswagen mostra que cultura ruim falsifica até engenharia boaUma leitura fria sobre o escândalo de emissões da Volkswagen: Incentivos vencem compliance decorativo.
Sua empresa está viva ou apenas adiando a morte?Crescimento e atividade enganam. A pergunta que importa não é se a empresa está se mexendo, mas se, na trajetória atual, ela chega ao lucro antes de o dinheiro acabar. Estar viva é isso. Tudo o mais — receita subindo, time crescendo — pode ser só adiar a morte.
2015 será o ano da empresa como plataformaUma leitura fria sobre a transição para ecossistemas digitais: Vencedores seriam plataformas, não produtos isolados.
A Copa no Brasil expõe o abismo entre espetáculo e gestãoUma leitura fria sobre a Copa do Mundo de 2014 no Brasil: Evento não compensa sistema fraco.
A empresa moderna terá menos chefes e mais loopsUma leitura fria sobre a maturidade das operações digitais: Feedback operacional ficaria mais importante que hierarquia.
Fazer o que não escala não é hack de startup. É princípio de liderança.Tratam "fazer o que não escala" como um truque temporário de startup, a ser abandonado quando a empresa cresce. É o contrário: é onde o líder toca a realidade, aprende o que é real e constrói confiança antes de automatizar. O não-escalável não é uma fase. É disciplina permanente.
A empresa em rede vencerá a empresa em silosUma leitura fria sobre a aceleração da integração digital: Coordenação seria vantagem competitiva.
Whatever it takes é gestão de percepção em escala continentalUma leitura fria sobre o discurso de Mario Draghi em julho de 2012: Autoridade crível reduz incerteza antes da execução completa.
A empresa sem sistema decisório vira assembleia de opiniõesUma leitura fria sobre a maturidade das empresas pós-crise: Crescimento exige princípios e cadência, não apenas talento.
Empresas globais descobrirão o custo da interdependênciaUma leitura fria sobre a vulnerabilidade de cadeias globais: Eficiência global também espalha fragilidade.
O CEO não controla mais a narrativa sozinhoUma leitura fria sobre a ascensão da comunicação em redes sociais: Clientes e funcionários virariam mídia.
A empresa que não coleta dados está ficando mudaUma leitura fria sobre a instrumentação crescente dos negócios: Dados virariam linguagem operacional.
2010 será sobre plataformas, não apenas produtosUma leitura fria sobre a virada para cloud, mobile e social: O próximo poder estaria em ecossistemas.
Empresas vão confundir recuperação com competênciaUma leitura fria sobre a retomada parcial dos mercados: Mercado em alta absolveria gestão medíocre.
O desemprego é o KPI final da má decisão acumuladaUma leitura fria sobre o desemprego elevado pós-crise: Erros estratégicos aparecem primeiro nas pessoas.
O novo gestor será menos visionário e mais operadorUma leitura fria sobre a volta da disciplina operacional: Execução voltaria a valer mais que storytelling.
Cortar custos é fácil. Cortar ilusão é raroUma leitura fria sobre os ajustes corporativos pós-crise: A crise exigia higiene intelectual, não apenas austeridade.
2009 será o ano da sobrevivência operacionalUma leitura fria sobre o fechamento de 2008 sob recessão global: Caixa, margem e disciplina voltariam a valer mais que narrativa.
O CEO que não entende alavancagem não entende a própria empresaUma leitura fria sobre a alavancagem financeira no ciclo pré-Lehman: Dívida amplifica erro antes de amplificar retorno.